Por uma vida menos binária, bem aqui entre nós, vou compartilhar o que ocorreu logo após eu escrever o poema Tempo de Espera (último post, logo abaixo). Saía do trabalho embaixo de uma noite recém acesa, olho para o céu - porque é de muitos céus esta cidade Brasília e porque sou de muitos olhos - e vejo... vejo... vejo... continuo vendo até se desfazer um fogo de cauda cadente. Estrela? Um o quê muito grande riscando o céu, o meu destino e meu sorriso. Eu sabia que eles estavam lá. Nem precisavam se incomodar, mas por uma vida mais cheia de graça eles me mandaram minha faísca, meu sinal.
22/07/2010.
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